La Terreur

26 06 2006
La Terreur foi uma época (não sei se posso chamar de "regime") instaurada durante a revolução francesa, quando muitos perderam a cabeça, figurada e literalmente. Le Terreur, por sua vez, é um fenômeno mais recente que tem por nome em português, o Terror, ou Terrorismo. Porque estou dizendo isto? Pois hoje, de maneira muito bizarra, eu recebi a seguinte mensagem:
Idiota,muito trouxa PEDRO SEU VIADO -- Posted by Anonymous to Compilação at 6/25/2006 05:10:38 PM
Além de ficar me perguntando quem pode ter sido a alma anônima que postou este comentário xulo (adoro esta palavra), outra coisa que intrigou minha mente foi o seguinte: Veja o Link que está no rodapé inserido automaticamente. Ele aponta para um tal de http://12345687951314.blogspot.com/2006/03/coador-de-cabea-e-gatinhos.html. Esse site foi provavelmente criado pela ferramenta de importar posts do Wordpress, atual motor desse blog, e nem sequer deveria estar online ainda. Mais estranho: quando você vai ver o site, ele não está realmente online, então como a pessoa poderia ter postado? Fui ver se não se tratava de algum bug, e se de repente o comentário estava no artigo original (que por sinal é o artigo mais comentado do meu blog até hoje). Aqui está um link para o artigo original, e a versão v.2 dele aqui no novo blog. Quem teria ido para uma versão offline do meu blog, e usado ferramentas razoavelmente especialistas para postar algo desse tipo? Bom, de qualquer forma, o legal disso tudo é que, procurando o post dos gatinhos eu dei uma repassada no meu antigo blog, e encontrei algumas coisas que eu gostei de ter lembrado. De trás pra frente, os momentos que ficaram imortalizados e que eu gosto de relembrar são:
  • Fondue aqui em casa, a uns dois meses atrás
  • Aventuras nos EUA (putz, parece que foi faz tanto tempo)
  • A Wazowsky Cam, com sua curta duração e performance pouco emocionante
  • L A G U E R R E
  • Abertura da Imaginarie (vários posts)
  • Satugo (a câmera de jogar)
Todas estas só este ano. Como passa rápido e ao mesmo tempo parece que faz tanto tempo... Sim, mas eu me esquecia:
Cara Pessoa Irritada Comigo (doravante denomida PIC), Se eu fiz coisas para deixar Vossa PICquesa tão brava a ponto de você se esforçar para me deixar uma mensagem anônima em um blog que nem sequer existe mais, por-favor, contate-me diretamente para que possamos resolver esse problema. Se, por ventura, Sua Entidade PIC for algum amigo meu, que está desabafando em um momento de tristeza ou frustração, contate-me para que eu possa tentar ajudá-la. Se por acaso PIC está se referindo nesse post a algum ser automático do tipo baiano*, então esse ser não é um programa de computador e este post é inútil. Se a Criatura PIC não se enquadra em nenhum dos últimos três ítens, acho que estou com problemas... (medo) Muito Obrigado Ass: Pedro F. Angelini (seu criado)
-- ser automático do tipo baiano: tradução para o português do termo Spider. Spiders são programas de computador que "andam" pela Net, ou seja, que só existem na Rede. Sem ofensas a nenhum baiano, vocês são um povo que sabe viver a vida, ao contrário de nós paulistas-que-só-sabem-trabalhar. Só estava procurando um meio de colocar essa piada geek no meu blog a um certo tempo. Em especial sem ofensas ao meu amigo Vinicius (Meu Rei) que, segundo consta no seu blog, anda triste.

Trabalhando no Sábado (e no Domingo também)

17 06 2006
Pois é, trabalhar no sábado é um negócio mesmo... mas bom, fazer o que, não? E trabalhar no domingo, dia do jogo do Brasil também não é muito agradável. Acordei cedinho e já estava na frente do PC antes de tirar o pijama. É que era realmente cedo e eu não queria ir tomar banho para não acordar meus pais. Mais tarde fui assistir o jogo e festejar o aniversário do Edison com o pessoal da sala no Lero Lero, bar aqui perto de casa, na rua Estado de Israel, esquina com a Otonis. Aliás, no feriado, como o Edison "teve umas coisas a resolver" em Mogi, eu fui atrás de bar para a festa dele, e agora tenho os telefones de vários bares. Vou passar isto aqui para o Compilação em breve. Aliás, falando em "passar aqui para o Compilação" estou querendo fazer algumas coisinhas aqui e no Flickr:
  • Colocar no Flickr as fotos da festa aqui em casa no fim de semana passado
  • Idem para as fotos de hoje (festa do Edison)
  • Passar a lista de nomes e telefones dos bares daqui de perto de casa, com reviews
  • Responder ao famoso comentário do Vitor sobre a copa (realmente andei pensando nisso e preciso organizar as idéias "no papel")
  • Colocar os links do Flickr na barra lateral e organizar as categorias. Talvez seja bom achar um modo da barra ficar menos cheia - tenho umas idéias à la tags do Flickr que eu acho que vão ficar legais

Sonho bizarro

16 06 2006
Vou aproveitar enquanto ainda está fresco na minha mente:
Sala de dormir de um hospital. Um homem com feições levemente árabes dorme, enquanto uma mulher, lá pelos seus 50. um pouco gorda entra na sala. Ela parece um pouco alienada. Se senta ao lado do homem. Este tem seu braço esticado por um, ou talvez mais de um, novo personagem que pode ser eu mesmo. Sem palavras, esse personagem, que também pode ser uma jovem mulher, convence a mulher gorda a suturar o braço do homem. Das sombras, enquanto estou concentrado no que estou fazendo com as mãos, recebo um beijo na testa de agradecimento de uma mulher bonita. Fade out. "Agora ele vai poder ganhar um braço de sangue" diz a mulher bonita. Eu concordo, pensando que ele tem direito mesmo a isso, e um pouco feliz por ter feito a coisa certa. A mulher gorda acabou de costurar o braço do homem, e está dormindo. De repente, em close, mãos seguram os fios soltos da costura do braço e começam a esticá-los. Um som feio se mistura aos gritos do homem. Fade out.
Sons de monitores de batimentos cardíacos. O homem está sentado, seu braço direito em uma bandeja, já não mais conectado ao corpo e todo deformado (não pelos fios, ele já era assim). Ele está acordado, sabe o que farão e sabe que vai sentir dor. Um braço de vidro articulado com metal é conectado ao seu ombro. O homem grita. O braço é rapidamente enchido de sangue. O homem continua a gritar, mas vê-se que seu outro braço é igual, e ele pode movê-lo.
Putz. Que sonho estranho. Ao acordar, minha mente tentou entender algo dessa bizarrice. Eu tinha lido, pouco antes de dormir, na comunidade do orkut Anão Vestido de Palhaço Mata 8, uma notícia sobre um homem que tinha tido o joelho errado operado pelo médico. Acho que isso ficou na minha mente. Acho que o homem "levemente árabe" tinha tido o braço errado substituido pela "prótese de sangue", e eu, e/ou a mulher jovem estávamos ajudando-o a conseguir a troca do outro braço, que era doente. Por isso o agradecimento da mulher bonita, e a falta de protestos do homem. Yaics...

Copa!

15 06 2006
Terça-feira foi quando eu realmente percebi que a copa está acontecendo. Deixe-me dar alguns antecedentes: Eu ando correndo feito um louco com vários trabalhos para acabar e atrasados, e não estava nem um pouco preocupado com a copa. Cheguei até ouvir de uma amiga "que falta de patriotismo"! Realmente eu não estava sabendo nada sobre este evento. É só ver a minha classificação no bolão lá do banco: nem sequer consegui ficar entre os 15 últimos que ganham um diskman cada! Mas na terça, dia do primeiro jogo do Brasil, eu finalmente caí na real. Saí do estágio no horário normal, peguei um mega trânsito para vir para casa. Acho que foi no trânsito que eu me toquei. Eu estava parado na Sena Madureira, ouvindo música, com a tarde toda pela minha frente, sabendo que tinha um monte de trabalho, mas também sabendo que não adiantaria: eu pelas próximas horas (até o fim do jogo) eu não poderia trabalhar. Ninguém ia me deixar. De fato, a internet virou um caos, muito lenta e todo mundo on-line. Muito estranho. O jogo foi chocho, quase que foi oxo, mas o clima é que foi legal. Assisti aqui em casa, com a minha família. Comemos pipoca e bolinho de chuva! Depois do jogo ficou aquela sensação, que ainda não passou: é época de copa. Uma certa indolência, ao mesmo tempo uma agitação. Planejamentos para os dias de jogos, clima de férias no ar. A Copa é mágica!


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