Batatas

10 02 2007
Hoje acho que acertei a rotina que terei pelo resto do mês pela próxima semana. Fui dormir cedo (meia noite e meia, mais ou menos) e acordei às 6 da manhã. Preciso sair às 8 horas de casa para chegar no horário no trabalho. Acordar às 6 me dá tempo para enrolar na cama bastante, tomar meu banho e fazer a barba, ler emails ou o jornal, tomar café e ainda chegar a tempo para trampar. Mas hoje é sexta-feira, e então resolvi me rebelar um pouquinho e não ir de paletó e gravata. Por via das dúvidas (e ainda bem) levei minha gravata na pasta. Mas é uma sensação estranha, depois de 4 dias indo trabalhar de terno e gravata sair pelo mesmo caminho com o último botão da camisa aberto e sem o peso do paletó nas costas... eu sentia como se tivesse esquecido de pôr o cinto, ou as meias. Verifiquei que estava com todas as peças necessárias de vestuário e continuei indo. Fui distraído novamente dos meus pensamentos matinais por um par de batatas-da-perna saindo para fora de um vestido preto, e caminhando não tão graciosamente quanto seria o necessário para me distrair normalmente. Isso me chocou um pouco. Batatas-da-perna não são a minha parte preferida do corpo feminino. Até recentemente elas não faziam nem parte das 10 mais. De resto, a usuária das citadas batatas não tinha nada de muito especial: era só uma moça indo para o trabalho de vestido preto. Normal. As vezes eu queria estudar um pouco de psicologia para conseguir entender essas coisas estranhas da minha cabeça... Ah! Aliás, perto de onde as Batatas estavam hoje, desde o começo da semana eu tenho visto fumaça saindo de um prédio. Só quando perguntei ao Julio se ele tinha ido ao supermercado hoje, é que me toquei de que o prédio em questão era o supermercado, que está queimando e desabando desde segunda-feira! Coisa maluca não? OBS: não, as fotos não são minhas, mas eu chego lá (semana que vem vou levar a máquina grande para me fazer companhia no trabalho)


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