Chuva na Paulista, ou Carta ao Leo

09 02 2007
Caro Vizinho, Ontem me toquei do significado (ou, sendo mais modesto, de um significado) do título do seu blog. Como comentei aqui, estou trabalhando na Av. Paulista, de terno, gravata e tudo mais, e ontem estava chovendo. As pessoas costumam ficar melancólicas, quando não mal-humoradas em dias de chuva. Talvez seja o caso com você também, mas estranhamente, eu não. Eu gosto de chuva. Ontem foi o dia para ter certeza disso. Veja bem: de terno e gravata, com uma pasta que não é de couro (portanto molha) e um guarda-chuva pequeno, tendo andado na hora do almoço até nº 500 da Augusta (1km e meio, mais ou menos) e pego uma mega-fila para fazer meu BUE (Bilhete Único de Estudante), e tendo trabalhado o dia inteiro em planilhas do Excel com mais de 25.000 linhas. Era de se esperar que uma chuva, na hora de sair do trabalho desanimasse, certo? Pois bem, não. Estava só garoando na Paulista quando saí, mas me senti bem. Nem abri o guarda-chuva. Até pensei em andar até a Trianon-Masp! Então, pergunto para você, amigo tão sabido nesses assuntos centrais molhados: o que tem a Chuva na Paulista que não tem a chuva em outros lugares? Pedro (o Vizinho)


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