4 down, 258 to go

12 09 2008

A partir de hoje, oficialmente, eu falo Italiano. É que hoje foi a última aula... eu já fiz mais de 3 anos (nossa, como passa rápido), e agora o livro acabou. Claro que você nunca "acaba" de estudar uma língua, mas estou bastante feliz com o nível que cheguei. Estou lendo um livro do Uberto Ecco em italiano, entendo o que se fala na RAI (não que valha muita coisa) e acho que me viraria bem sem inglês na Itália. É tudo que se pode querer, não?

Não estou nem perto de alguns amigos (destaque para o Bernard, que outro dia me ligou perguntando se eu tinha um dicionário de Italiano/Poruguês para ele combinar com o de Polonês/Italiano que ele tinha e formar um de Polonês/Português), mas chego lá.

Agora estou (re)aprendendo espanhol, que eu confundo muito com português e italiano, mas está começando a fazer sentido na minha mente confusa... teoricamente acabo em mais 2 anos e meio, mas vou tentar dar uma apressada fazendo uns intensivos no meio do caminho. As próximas? Quem sabe Chinês, se eu continuar no ramo que estou trabalhando... outra língua que eu quero aprender é alemão... mais pra frente japonês... mas por que parar por aí?

Ah, e de onde eu tirei as 262 línguas? Na verdade é o número de línguas que têm uma Wikipédia. Podem não ser todas as que existem, mas acho que é o suficiente.

foto por lukemontague, e desenho tirado da Wikipédia (áreas do cérebro relacionada à linguagem)

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LHC, ou O Rap do Fim do Mundo

07 09 2008

Para quem não sabe, o LHC ou Large Hadron Collider é O Acelerador de Partículas mais legal do universo conhecido. A mais ou menos um mês eu li em algum lugar que os engenheiros tinham acabado de construí-lo e ele ia ser ligado. Quarta-feira que vem eles acabam o procedimento.

Mas por que o Rap do Fim do Mundo? Bom, o Rap está aqui:

O Fim do Mundo deve vir depois, lá para novembro quando eles estiverem "doing some serious colisions". Alguns medrosos alarmistas estão dizendo que colidir prótons do jeito que os cientistas estão querendo colidir, ou seja cada colisão liberando tanta energia quanto dois caminhões de 3.200 kg viajando a 1.700 km/h batendo de frente (e são várias batidas por segundo), pode causar um buraco negro, o que não é bom. A boa notícia é que não perceberíamos.

Para umas fotos bem legais (mas copyrighted), vejam esta página do Boston.com.

foto por Jody Art

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