Atraso e Sangue

06 03 2006
[diario]

Ando muito atrasado com as coisas... uma delas é escrever aqui no blog. Tenho assuntos desde quinta-feira para postar!

Bom, então vamos lá. Quinta-feira passada fiz duas coisas legais, mas que me trouxeram problemas. A primeira foi uma reunião com meu ex-orientador de estágio, que me propôs escrever um artigo para a RBEB (Revista Brasileira de Engenharia Biomédica) a propósito do meu trabalho. Isso é muito legal, porque vou ter um certo reconhecimento, ganhar alguma coisa além da experiência de trabalho e bolsa. Mas é um problema porque preciso escrever o artigo, e pra isso preciso de tempo...

A outra coisa foi que, voltando da usp, fui doar sangue no posto da Pró-Sangue no Hospital Dante Pazzanese. Doar sangue é uma coisa que eu gosto de fazer. Além de ser uma coisa boa a se fazer, de você estar ajudando alguém, é rápido, as pessoas que te atendem sempre são simpáticas, e tem lanche no final!

Prove que seu sangue passa pelo coração. Doe.

Dessa vez não foi muito diferente das outras que eu já tinha ido: fiz tudo em menos de uma hora. Você chega no lugar, pedem seus dados pessoais, depois você vai fazer um exame para verificar se você não está anêmico (acho). Essa era a hora que eu menos gostava, porque é aquele exâme que te fazem um furinho no dedo, e isso sempre ficava me incomodando mais do que o lugar onde eles põe a agulha pra tirar o sangue. Mas dessa vez, a simpática enfermeira fez um furo tão de leve, que nem ela conseguia tirar sangue para o teste. Ela teve que ficar espremendo meu dedo pra tirar as duas gotas que ela precisava. E depois nem ficou incomodando. Depois disso você passa por uma entrevista, que eu sempre acho muito engraçada. Te perguntam coisas como quantas parceiras sexuais você tem (uma), quantos parceiros (zero), se você bebeu nas últimas 24 horas (não), se você andou se drogando na última semana (não), se prostituindo (hmm... hoje é quinta?.... não), etc. É engraçado. Depois é que veio a parte chata. Eu geralmente não tenho problemas com agulhas, nem em ver meu próprio sangue nem nada, mas dessa vez a enfermeira foi mal... Não sei o que ela fez, mas meu braço ficou doendo até o dia seguinte! Geralmente você sente a picada da agulha no braço e mais nada, mas dessa vez acho que ela errou a veia, e ficou procurando mexendo a agulha... Bom, não mata ninguém, nem ficou hematoma, mas não foi divertido... ainda bem que o outro cara que estava doando sangue ao mesmo tempo não quis o lanchinho dele e eu pude comer dois!

Mas isso não é regra, e eu não quero assustar meus leitores. Essa foi a única vez que me aconteceu isso (do lanche e da agulhada dolorida). Em geral as enfermeiras são muito gentis e boas e a doação é indolor.

Post Scriptum: quatro dias depois de doar sangue, um hematoma apareceu na região da agulhada... enfermeira açougueira...



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