Arrumação
14 05 2006Categorias : Blog Antigo, Diário
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Opa! Feeling Good!
Este final de semana as coisas deram bastante certo. Começou na sexta-feira, quando liguei para o pessoal para confirmar quem vinha na festinha aqui de casa. Mais a noite fui comprar o pão para o fondue de queijo, para ele estar amanhecido no sábado e ficar melhor para espetar e comer.

Sábado foi divertido. Acordei cedo para ir ao centro fazer compras com o Julio. Primeiro Sta. Efigênia, comprar um HD novo para colocar um número muito crescente de fotos tiradas com a máquina digital, e também material de rede de computadores para a casa do meu tio aqui do lado. Ok, tudo comprado, fomos ao Mercado Municipal comprar os queijos. Lá aproveitamos para almoçar o famoso sanduiche de 250 g de mortadela, e tomamos também os famosos dois Chop paulistas.

A tarde voltamos para casa para arrumar as coisas. Eu convidei basicamente o pessoal da sala do 1º ano da Poli, e as pessoas que andavam conosco naquela época. Todo mundo se atrasou, mas no final deu tudo certo (apesar da máxima "Timing é tudo" e de eu ter errado o timing). Não vou colocar detalhes sobre o decorrer da festa, pois acho que as fotos dizem tudo. Só vou colocar alguns números:
Estou realmente orgulhoso de termos tomado mais vinho que refrigerante, apesar de eu estar achando que deveria ter comprado mais bebidas adocicadas para os que não bebem.
Em números, portanto a festa foi um sucesso. Foi muito bom rever o pessoal junto também. Eu tinha me encontrado com quase todo mundo últimamente, mas não todo mundo junto.

Acabando o final de semana, domingo acordei umas 10 horas com a casa toda pra arrumar, e um monte de louça pra lavar (sem falar na ressaca). Com a ajuda do Julio (também conhecido como JC depois da festa), colocamos tudo em ordem até umas 2h30. Depois ainda ajudei meu tio com a rede dele, que por sinal deu certo no fim das contas, e o dia já estava acabando...
Fica uma boa lembrança, e a promessa de outras festinhas dessas, quem sabe uma vez por mês!
Um dia comum
Carregado no Flickr por Pedro Angelini. Pois é... ontem eu fui de novo ao BNP, dessa vez conversar com o RH. Resultado: começo na terça-feira!
Agora preciso comprar ternos....
Essa foto do post é uma placa que está no caminho entre o BNP e USP, perto do Shopping Eldorado. Divertido, não?
Hmm... tenho omitido este assunto aqui do blog, e agora resolvi postar algo aqui. Amanhã vou para a minha terceira "visita" ao BNP Paribas só esta semana, para a terceira fase de uma seleção para uma vaga de estágio lá.
Além de estar indo fazer a entrevista amanhã, o que já é bastante enervante (se diz isso?), ando ainda meio preocupado com mais alguma coisa sobre este emprego... Será o fato de eu estar ativamente escolhendo dar menos prioridade aos projetos que eu já estou tocando (por exemplo, a Imaginarie)? Deve ser também porque isso é uma coisa muito nova pra mim, a de trabalhar em um lugar onde todo mundo usa gravata e os números, em vez de ter "Mega" ou "106", tem "milhões" escrito depois.
De qualquer forma, ainda tenho que passar pela última fase, que, me parece, vai ser uma entrevista. A primeira fase foi uma entrevista em grupo, com mais dois candidatos, a segunda foram uma prova de Power-Point e Excel. A moça do RH me disse que eles estão entre 3 pessoas, incluindo a mim. Eu tenho a impressão que eles não iriam para a última fase sem ter uma boa idéia de quem vão escolher. Mas eu também faria a última fase com 3 pessoas, porque, vai que alguém desiste, eu gostaria de contratar alguém que pelo menos passou pelas 3 fases.
Portanto eu poderia ficar menos nervoso e pensar que isso já está decidido, e que eu não tenho muito o que mudar. Pena que isso não funciona, e eu penso que mesmo que os caras já tenham escolhido (e não seja eu), ainda dá pra impressionar eles o suficiente para eles mudarem de idéia.
Ai ai... só espero que o salário seja bom... hehe (pensar positivo nunca atrapalha)
Mais uma do flickr: grupos com fotos muito legais:
Cidade nas Montanhas
Carregado no Flickr por Pedro Angelini.Nossa, esse programa é muito legal. Vou passar muitas fotos para cá. Por enquanto vai algumas tiradas com filme preto e branco no Peru, no ano de 2004. Também coloquei algumas fotos do pessoal da Poli por lá.
Uffff.... acabei de colocar as fotos no Flickr e organizá-las. Para quem for ver então, aqui vai uma lista de coisas interessantes para se ver.
Muito atrasado, eu estou começando a colocar aqui os diários dos Estados Unidos que faltam. Este em particular eu escrevi no trem, de Savannah para Deerfield Beach (sim, a praia do campo do veado), que é onde moram minha tia, tio e primos.
Washington DC - dias 5 e 6.
Tivemos uns dias bem cheios, por isso me atrasei bastante nos relatos diários. Bom, aqui vão. Estou escrevendo do no trem de Savannah até Deerfield Beach, que é perto de Miami, e onde minha tia mora. Esta é nossa última viagem de trem por aqui, acho.
Chegamos em Washington DC na terça feira, lá pela hora do almoço. Pegar o trem foi tranqüilo e nossos lugares eram muito bons. Tudo ótimo. Fomos para o hotel, que na verdade se chama Georgetown Suites. Fica em um bairro residencial, mas que tem muitos restaurantes, hoteis e bares. Nosso quarto, era o que eles chamam de Suite aqui, com um quarto de dormir, uma sala com sofá-cama, banheiro e uma cozinhasinha, acho que é o que chamamos de "flat" ai no Brasil. Chique
SaÃmos mais tarde pra passear, cansados como estávamos do dia anterior em NY e da viagem, e vimos os principais pontos turÃsticos: Casa Branca, Reflecting Pool, Monumento a George Washington, etc. Voltamos ao hotel e comemos uns pratos de comida pronta (daquelas de microondas) e fomos dormir.
No dia seguinte, nem imaginávamos o que nos esperava. TÃnhamos que fazer check-out até o meio dia, mas nosso trem só saia à s 7:30 PM, então deixamos nossas malas no hotel e fomos passear de novo. Vimos a Galeria Nacional de Artes, muito bonita e muito grande, e depois fomos almoçar. Pegamos as malas e fomos de taxi para a estação de trem. Foi ai que o pesadelo começou.
O Pesadelo - viagem de Washington DC até Savannah
Quando chegamos para despachar nossa bagagem, recebemos com muita supresa a notÃcia que se resumiu no seguinte curto diálogo:
- Your train's not running today. - What?! - Yeah, it's been canceled. - What??!?!Bom, o que aconteceu, aparentemente, é que a compania de trem teve problemas em uma ponte, ou, outra versão, foi que um muro tinha desabado sobre os trilhos, e por isso não havia trens na linha inteira. Bom, ficamos então com a junção das duas versões: um muro desabou sobre uma ponte no nosso caminho! Ta bom, isso não faz muito sentido, mas tb não faz sentido cancelarem uma linha inteira de milhares de quiômetros por causa de um só trecho...
Ok, então o que fazer? Nosso hotel em Savannah já não podia mais ser cancelado sem pagarmos as taxas. Nós pegamos nosso dinheiro de volta e fomos para a estação de ônibus. Antes tivessemos ficado mais um dia em Washington...
Pra começar, a correria de pegar o dinheiro de volta e comprar as passagens. Fomos os últimos a entrar no ônibus, que não tem lugar marcado, então ficamos em lugares espalhados. O Julio deu a "sorte" de sentar do lado de um folgado que ficou pedindo doces pra ele e depois passou a pedir dinheiro. Pra verem o tipo de pessoa que viaja de ônibus aqui nesse paÃs.
Mas isso foi fichinha perto do que passamos na primeira parada.
Nosso ônibus pegou muito trânsito por causa de um "BIG ACCIDENT" em uma rodovia, e ficamos parados 2 horas quase no mesmo lugar, em um trecho da viagem que deveria durar 2 horas! Por causa disso, perdemos nossa conexão com outro ônibus (sim, não existe ônibus direto longa-distância nesse paÃs). Como isso aconteceu com muitas pessoas, a estação de ônibus ficou muito lotada. Chegamos nela lá pelas meia noite, e nosso ônibus ia sair à s 3 horas. Fizemos fila logo para pegarmos bons bancos e sentarmos todos juntos. Mas quando foi dando 2 horas da madrugada, o pessoal começou se amontoar perto da porta e a querer passar na nossa frente. Ai começou um empurra-empurra desgraçado que só acabou quando conseguimos entrar. No meio dessa bagunça, uma gorda folgada com uma bolsa de couro vermelha gigante ficou pelo menos 45 minutos me empurrando, e quando estavamos na porta, um outro gordo passou mal e quase desmaia em cima de mim! O Julio também foi esmagado e quase caiu uma hora, o que seria pisoteamento na certa e minha mãe quase não consegue levar a bolsa de rodinha que ela estava cuidando.
Momento de recordações raivosas:
Esses americanos são muito burros quando qualquer coisa sai do "standard" deles. A estação lotou e não teve um puto pra formar uma fila direito. Em vez disso, eles todos ficaram do lado de fora, com uma cara de que estavam fazendo o trabalho deles e que-se-foda. Quando o cara passou mal atrás de mim, eu pedi por ajuda e só faltou o cara da empresa de ônibus rir da minha cara, até perceber que eu tava falando sério. Queria ver alguma coisa realmente ruim acontecer pra ver a cara daquele ***.
...fim do momento de recordações raivosas.
Bom, no fim das contas conseguimos pegar ônibus e sair quase 4:00 AM de Richmond, que foi onde tivemos que trocar de ônibus. Finalmente chegamos a Savannah, ja era mais de meio dia, então, fazendo as contas, ficamos quase 18 horas viajando muito desconfortavelmente pra dizer o mÃnimo. Deu pra ver como estamos anos-luz à frente deles no que diz respeito a direitos do consumidor. O máximo que as pessoas conseguem pensar aqui é "get my money back", sendo que qualquer um no Brasil estaria pensando em pegar o dinheiro de volta, conseguir que a empresa pagasse um hotel, ou mesmo que a própria empresa de trem organizasse as viagens de ônibus, ou levasse os pssageiros o mais perto que ela pudesse do seu destino original. E eu acho que a ponte que deu problema nem era entre Savannah e Washington DC...
Ficam os conselhos:
SEMPRE confirme sua passagem antes de fazer check-out do hotel - se tiver problemas voçê pelo menos garante local pra dormir
NUNCA pegue ônibus entre cidades nos EUA, a não ser que isso seja extritamente necessário. É tão caro quanto o trem e é muito ruim, bem pior que no Brasil. Alugue um carro ou vá de trem ou avião.
Bom, pra acabar a odisséia, Savannah é uma cidadesinha sem nada pra se fazer. É um porto histórico e parece que tem uns Pubs a noite, mas cansados como estávamos e tendo que pegar outro trem no dia seguinte à s 6:40, não tÃnhamos condições de sair a noite... Demos uma volta, voltamos para o hotel e fomos dormir 8 horas da noite.
Hoje estamos vamos ficar o dia inteiro no trem, indo de Savannah até Deerfield Beach, onde mora minha tia, perto de Miami.
O trem, como eu já disse, é em confortável, pelo menos. Não tem serviço de "aeromoça", mas tem vagão restaurante. Acho que vai ser bem sossegado, e vai ter poucas fotos, então não vou ter muitas notÃcias. Na verdade espero que não tenha muitas notÃcias mesmo, e que seja uma viagem tranqüila. Chegando na casa da minha tia vou tentar colocar esse texto na internet, junto com as últimas fotos.
Versão Real do que aconteceu:
Primeiro: nosso trem foi cancelado por causa de ufos mexicanos, que acidentalmente teletransportaram-se da Cidade do México para uma ponte. Vimos sobre ufos mexicanos na TV um dia antes, e essa história de muro caindo em cima de uma ponte não engana ninguém.
Segundo: Quando estávamos na estação de ônibus, antes de ela se superlotar, um dos operadores anunciou um código. Foi mais ou menos assim: - All operators, code 405, code tchh** Fourrr OOOOh Fiiii.... hhhaaahhh (estática) Descobrimos, por indução, mais tarde que o código 405 é o código de evacuação da cidade para ataques de zumbis. Tendo assistido Madrugada dos Mortos, nós sabemos que não dá pra fugir dos zumbis a pé, pois uma mordida te transforma em zumbi também, por isso toda a população daquele fim de mundo foi para a estação de ônibus, e esperava a evacuação. O cara que quase desmaiou atrás de mim, na verdade tinha sido mordido e estava se transformando, mas, dado seu tamanho muito avantajado (eu digo MUITO AVANTAJADO) ele resistiu o suficiente, e com certeza foi usado de isca para manter longe dos portões os zumbis em quanto saÃamos.
Caros leitores,
Mil desculpas pelo atraso no diário. Eu achei que quando chegassemos aqui na Florida eu teria mais tempo, mas o pessoal daqui (meus tios e primos) são muito legais e estão nos mantendo muito ocupados. Sem contar as compras que estamos fazendo pro pessoal daÃ, então o tempo está curto pra sentar na frente do computador e ficar escrevendo.
Mas estamos tirando muitas fotos, sim, e eu tenho já escrito uma parte do diário desde que saÃmos de Washington DC. Vou publicar tudo isso logo.
Fora isso, o trabalho continua mesmo daqui... Já tenho compromisso pra manhã de segunda-feira inteira e estou precisando marcar reuniões com pelo menos duas pessoas pro comecinho da semana. (Quando eu vejo os problemas que vou ter que resolver quando chegar dá vontade de torcer pra que a Varig entre em falência mesmo...)
Vou colocar aqui o link para o Set de fotos no Flickr com as fotos dos Estados Unidos. Lá as fotos estão organizadinhas por data tirada e a maioria tem descrição e tÃtulo.
Aproveitando, aqui está o Slide Show, que vai avançando sozinho. No segundo dia nós nos empolgamos e tiramos muitas fotos, e eu me empolguei e coloquei todas na internet. Mais tarde vou ver se eu tiro algumas do Set pra não ficar um interminável album de fotos do Central Park.
Quarto dia nos EUA. Terça-feira em New York, e é dia de visitar o Museu de História Natural. Pegamos o Metrô e fomos.
Museu de História Natural
Bom, é nessas horas que você vê diferenças. O museu é imenso. Subimos ao quarto andar e fomos descendo. Primeiro vimos uma coleção de fósseis, todos com explicações, várias telas com filminhos dando informações sobre a teoria da Evolução, etc. Muito legal, e feito pra impressionar crianças e adultos. Descendo você passa por exposições sobre biodiversidade marÃtma e terrestre, por coleções de animais empalhados, e por exposições de peças que retratam culturas do mundo inteiro. Depois ainda tem uma área reservada à geologia, e uma área enorme reservada à astronomia.
Prédios, bairros e luzes
Depois do museu, fomos andandando até o Empire State Building. Ok, prédio muito grande. Mas nós não fizemos o passeio de subir nele, então não tenho muito o que dizer - é um prédio que não cabe em fotos.Pegamos um metrô e fomos até China Town.
China Town é o lugar onde se concentraram os chineses e depois outros orientais que vieram para os Estados Unidos. Quase toda cidade daqui tem uma. A de Nova York é, pra quem mora em São Paulo entender, uma mistura de 25 de Março com a Liberdade. Bagunça, camelôs, gente vendendo comida. É bem divertido, e um pouco assustador. Foge muito daquela sensação de segurança que se tem em outros bairros daqui.
Do lado de China Town, fica Little Italy, o bairro italiano. Esse já é um pouco mais arrumado, mas tem um monte de restaurantes que ocupam quase a calçada inteira, e também tem ruas apertadas como China Town.
Nossa próxima parada foi o Ground Zero, que é como eles chamam o lugar onde costumava ficar o Word Trade Center antes dos ataques de 11 de setembro.
Os americanos são muito sensÃveis com relação aos mortos. Hoje aqui em Washington vimos isso também. Eles não gostam que lugares como monumentos, ou como no World Trade Center, lugares que lembram derrotas virem coisa de turista. Este lugar, e uns memoriais daqui de Washington são os únicos lugares que nós não vimos algum americano tirando lucro de alguma coisa.
Nossa última parada do dia, ou melhor, noite, foi na Times Square. Se Nova York é o centro do mundo, a Times Square é o Marco Zero. Um festival de propagandas iluminadas, telões de vÃdeo, lojas, e pessoas tirando fotos fazem o que seria uma poluição visual atacada por ambientalistas virar uma das maiores atrações turÃsticas do mundo! É muito legal, tem que estar lá para entender.
Pra quem gosta de tecnologia, um dos telões de lá tinha definição de imagem melhor que a de cinema: uma verdadeira tv de 15 metros de altura!
Ainda bem que não fomos embora sem ver a Times Square a noite.